Desde 2005 realizamos uma técnica minimamente invasiva para o tratamento das fraturas do úmero proximal e a experiência adquirida pela realização e acompanhamento de mais de 650 cirurgias.

Esse tipo de fratura é um desafio para o ortopedista. Qualquer método de osteossíntese está sujeito a complicações, como a soltura dos elementos de fixação, principalmente em pacientes mais idosos. Numa fratura desviada, é necessário que o cirurgião não agrida ainda mais as partes moles, por já estarem sofridas com o trauma, através de técnicas que exijam grande desperiostização. Isso minimiza os riscos de infecção melhorando os resultados do tratamento.

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